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Como “encarar” um processo de coaching

13/09/2018MRPeople

Todos os processos que têm por objetivo nos tirar de onde estamos para seguir em alguma direção tendem a gerar um certo desconforto. Para algumas pessoas mais e outras menos, mas em geral todos nós ao nos colocarmos à prova de um processo de mudança o tememos.

E isto não é diferente no processo de Coaching. Mesmo que a decisão esteja bem tomada de iniciar o processo, algumas vezes o objetivo pode estar claro, mas é mesmo assim desconfortável em algum momento.

Uma das etapas iniciais e de maior desconforto é normalmente a definição de objetivos.

Como se diz no popular: aí a vaca torce o rabo !

Definir o que se quer, onde quer chegar, como, quando e muitas vezes com quem, é por vezes penoso, difícil, tenso, irritante até.

A primeira razão que vejo para isto é que escolher é excluir, tarefa não simples para muitas pessoas. Segundo vem a responsabilização, o pegar meu objetivo na mão e dizer: é meu ! Portanto quem vai dar conta dele ? Eu ! Certamente !

Somos gregários e queremos sempre companhia, parceria, dividir o pão, o peso… mas o objetivo é SEU e de mais ninguém ! Ô solidão ! A responsabilidade por fazer acontecer é de cada um e isto traz não só um pesar, mas um pensar.

O papel do coach como facilitador (veja bem, FA CI LI TA DOR) é exatamente tornar mais fácil, viável a caminhada e o ajudar no atingimento.

No entanto em muitos casos durante o processo o “encarar” pode se disfarçar de desistir. O que não costuma ser comum, mas pode acontecer.

O processo de coaching é um descortinar, o que tecnicamente chamamos de insight. O insight é uma iluminação, um achar de caminho. É em geral prazeroso o “Eureca” até ficamos iluminados quando isto ocorre.

Chegar ao topo (iluminado) vem carregado de uns pingos de suor. Processo que algumas vezes não queremos passar, queremos que seja mais suave, mas em geral não é, requer esforço, requer um olhar frio para o que queríamos que tivesse calor, mas não tem. O que quero dizer com isto tem a ver com o funcionamento do nosso cérebro, que é conservador: conservador de energia, de processos. Ele se acomoda fácil no que já é conhecido, mesmo sendo a dor, o sofrimento, ele quer permanecer, e fazer com que ele desperte para mudança requer esforço e persistência.

Como um processo de curto prazo, o coaching tem no Senhor Tempo um desafio adicional, diferente de alguns processos de longo prazo.

Muitas vezes o coachee (o cliente do coach) esperneia como um bebê com sono, com fome, irritado. Ele não quer, ele resiste, ele se retorce, se chateia e quer fugir. Lembra do cérebro conservador ?

Pois então ! Mudar ? Eu ? quando ? Para que mesmo ? Sim, pois você não escolhe um coach para ficar igual, certo ?

Você deseja seguir tendo dificuldades de comunicação ? Perdendo chances profissionais ? Se desgastando emocionalmente como líder ? Com dificuldade de falar em público ? Deixando de ser promovido por não possuir habilidades essenciais para seu cargo ? ….

Você pode se perguntar, mas com tudo isso a coisa está andando, estou vivendo, tenho tido vitórias também. Ok ok ok, claro que sim! Eu pergunto: e pode ser melhor, você quer que seja?

Então você me diz: devo, preciso, com que objetivo mexer nisso ?

Só você e um bom coach podem responder ! Eu recomendo !

Mudança é a única certeza, que ela seja sempre para caminhos e momentos de vida melhores.

Com carinho,

Mônica Ramos Pinto.

Coach.

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